quinta-feira, 10 de novembro de 2016

RELATÓRIO MACROECONÔMICO OUTUBRO 2016

O Brasil parece ter entrado em uma trajetória na qual há uma estratégia definida e passamos para o momento da execução.
A estratégia é trabalhar a sustentabilidade da dívida pública no longo prazo, que traria benefícios de curto prazo na forma de maior credibilidade do governo e congresso. Ancoraria expectativas de inflação, liberaria os empresários para investir e os consumidores para gastar
Embora a esperança no futuro já tenha aparecido na forma de recuperação dos índices de confiança do consumidor e do empresariado, a situação atual de aumento dos pedidos de recuperação judicial das empresas e de desemprego em alta mostra que, apesar da confiança ter voltado, a situação corrente é bastante ruim.
Observamos também em outubro o primeiro corte de juros de simbólicos 0.25%, o que mostra que o ajuste fiscal pode ajudar o banco central a afrouxar a política monetária sem descumprir a meta de inflação e, no processo, estimular o crescimento econômico que, ao fim e ao cabo, é o objetivo final de todos. 
No entanto, para completar essa jornada, ainda levaremos algum tempo para que o crescimento econômico venha de forma sustentável e, consequentemente, ativos mais sensíveis as condições de longo prazo como a bolsa e juros reais longos continuem a melhorar e possam buscar patamares inéditos.


Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Pesquisa realizada por: Riocor Invest - Agente de Investimento

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ OUTUBRO - 2016

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
            Em outubro de 2016, o valor da cesta foi de R$ 324,58, apresentando  decréscimo de 0,90 % em relação a de setembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 327,51 (ver Gráfico 1).



O gasto do trabalhador na compra da cesta básica representa agora 40,09% do salário mínimo líquido (R$ 809,60). Portanto, o restante da renda do trabalhador, 59,91%, pode ser destinado a outros gastos. (ver Gráfico 2).



O Quadro 1 apresenta todos os produtos constituintes da cesta básica, o preço dos produtos multiplicados pela quantidade mensal utilizada no cálculo global da cesta, bem como a variação percentual com relação ao mês anterior.




A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.


Em síntese, no mês de outubro de 2016, ocorreu, em média, um decréscimo de 0,90%, nos preços dos produtos da Cesta Básica Alimentar em Taió. Com relação aos produtos que compõem a cesta básica, cabe destacar alguns dos produtos que sofreram variações relativas superiores aos demais:

Redução – tomate e margarina com variações de 20,78%  e 1,60%  respectivamente.

Aumento batata, farinha de trigo, arroz e leite com variações de 29,98%, 7,67%, 6,26%, e 5,34%, respectivamente.

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 4ª e 6ª fases do curso de Ciências Econômicas

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL OUTUBRO - 2016

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.

Em outubro de 2016, o valor da cesta foi de R$ 352,19, apresentando acréscimo de 2,15% em relação a setembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 344,63, (ver Gráfico 1).

                 


O gasto do trabalhador na compra da cesta básica representa agora 43,50% do salário mínimo líquido (R$ 809,60). Portanto, o restante da renda do trabalhador, 56,50%, pode ser destinado a outros gastos. (ver Gráfico 2).


O Quadro 1 apresenta todos os produtos constituintes da cesta básica, o preço dos produtos multiplicados pela quantidade mensal utilizada no cálculo global da cesta, bem como a variação percentual com relação ao mês anterior.


A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.


Em síntese, no mês de outubro de 2016, ocorreu, em média, um acréscimo de 2,15%, nos preços dos produtos da Cesta Básica Alimentar em Rio do Sul. Com relação aos produtos que compõem a cesta básica, cabe destacar os que sofreram variações relativas superiores aos demais:

Redução – leite, tomate e margarina com variações de 13,70%, 4,12%, e 2,71%,  respectivamente.

Aumento banana, batata, óleo de soja, pão e farinha de trigo 11,91%, 9,45%, 5,30%, 4,06% e 3,71% respectivamente.

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 4ª e 6ª fases do curso de Ciências Econômicas