quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL JANEIRO - 2017

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.

Em janeiro de 2017, o valor da cesta foi de R$ 325,84, apresentando acréscimo de 1,50% em relação a dezembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 321,01 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – agosto/2016-janeiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2017).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – novembro /2016 dezembro/2016
Fonte: Nupeser (2017).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2017).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br Pesquisa de preços realizada por discentes da 7ª e 8ª fases do curso de Ciências Econômicas

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ JANEIRO - 2017

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em janeiro de 2017, o valor da cesta foi de R$ 301,26, apresentando acréscimo de 1,88% em relação a de dezembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 195,59 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – agosto/2016 - janeiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).


Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2017).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – dezembro/2016/janeiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2017).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 4ª e 6ª fases do curso de Ciências Econômicas

RELATÓRIO MACROECONÔMICO JANEIRO 2017

 A depressão que atingiu o Brasil nos últimos três anos ainda não deu nenhum sinal de recuperação nos dados econômicos, muito menos nos de emprego que, em geral, são os últimos a melhorar. Se a recuperação ainda não veio, o que a taxa de juros em queda fez até agora foi manter a esperança viva. A própria confiança já começava a cair em função da falta de resultados econômicos. Estamos ainda no estágio inicial da melhora.
Os ciclos econômicos no Brasil seguem uma trajetória muito peculiar. O nível de juros de equilíbrio alto e o fato da maior parte da divida publica ser pós fixada, fazem com que juros em queda tenham impacto não somente sobre a expectativa de crescimento como também sobre a projeção de solvência da divida publica.
Assim, como a expectativa piora rápido quando a roda gira na direção errada: inflação alta, juros altos, crescimento baixo, arrecadação de impostos em baixa, dúvidas quanto a sustentabilidade da dívida pública, etc. Ela também pode melhorar rapidamente na direção virtuosa porque está tudo indexado.
Nesse momento, o mercado de juros considera como certo um novo corte da taxa Selic de 0.75% na próxima reunião do comitê de política monetária e não projeta certeza para um outro corte adicional, que levaria a taxa para 11.50% ao ano em apenas mais duas reuniões. Ou seja, se simplesmente a inércia indicada pelo BC em seu último comunicado prevalecer, um ritmo de corte de juros de 0.75% a cada reunião, ainda há prêmio para ser ganho em prefixados.




Centro Universitário Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
 Profº. M.e. Luiz Alberto Neves – E-mail: seven@unidavi.edu.br

Pesquisa realizada por:  RIOCOR Invest Agente de Investimento

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

RELATÓRIO MACROECONÔMICO DEZEMBRO 2016

 Pois bem, ao final de 2016, o mercado consolidou a visão de que a atividade econômica e a inflação estavam fracas e que esse contexto, permitiria ou obrigaria o Comitê de Política Monetária do Banco Central a reduzir mais rapidamente os juros. Os agentes econômicos então projetaram nos preços de mercado cortes muito significativos de taxa de juros. 
Em decorrência desse cenário, os ganhos das carteiras têm sido expressivos tanto com títulos ligados à inflação quanto títulos prefixados.  Assim, se o cenário de mercado se confirmar e os cortes de juros no Brasil forem mais profundos, esperamos que teremos uma melhora do desempenho das empresas, inclusive das listadas em bolsa.
Curiosamente, o ganho aconteceria muito mais pelo alívio do custo da dívida do que pelo crescimento de vendas. Em outras palavras, ainda estamos em modo de correção de rumo na recessão e não no de crescimento robusto. Mas seria uma importante evolução em direção à normalidade de mercado.


CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ DEZEMBRO - 2016

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em dezembro de 2016, o valor da cesta foi de R$ 295,59, apresentando decréscimo de 4,61,% em relação a de novembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 309,89 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – julho/2016 - dezembro/2016
Fonte: Nupeser (2016).

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2016).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – novembro/2016 dezembro /2016
Fonte: Nupeser (2016).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2016).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 4ª e 6ª fases do curso de Ciências Econômicas



CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL DEZEMBRO - 2016


A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em dezembro de 2016, o valor da cesta foi de R$ 321,01, apresentando decréscimo de 4,05% em relação a novembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 334,55, (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – julho/2016-dezembro/2016
Fonte: Nupeser (2016).

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2016).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – novembro /2016 dezembro/2016
Fonte: Nupeser (2016).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2016).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br Pesquisa de preços realizada por discentes da 6ª e 8ª fases do curso de Ciências Econômicas



quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL

NOVEMBRO - 2016

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em novembro de 2016, o valor da cesta foi de R$ 334,55, apresentando decréscimo de 5,01% em relação a outubro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 352,19, (ver Gráfico 1).


    Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – junho/2016-novembro/2016
     Fonte: Nupeser (2016).


O gasto do trabalhador na compra da cesta básica representa agora 41,32% do salário mínimo líquido (R$ 809,60). Portanto, o restante da renda do trabalhador, 58,68%, pode ser destinado a outros gastos. (ver Gráfico 2). 

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2016).



O Quadro 1 apresenta todos os produtos constituintes da cesta básica, o preço dos produtos multiplicados pela quantidade mensal utilizada no cálculo global da cesta, bem como a variação percentual com relação ao mês anterior. 

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – outubro /2016 novembro/2016
Fonte: Nupeser (2016).


A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2016).

Em síntese, no mês de noivembro de 2016, ocorreu, em média, um decréscimo de 5,01%, nos preços dos produtos da Cesta Básica Alimentar em Rio do Sul. Com relação aos produtos que compõem a cesta básica, cabe destacar os que sofreram variações relativas superiores aos demais:

Redução – batata, tomate, farinha de trigo e arroz com variações de 32,63%, 26,83%, 14,33 e 6,23%,  respectivamente.

Aumento banana e café em pó com variações de 3,40% e 2,94%, respectivamente.



CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ
NOVEMBRO - 2016

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em novembro de 2016, o valor da cesta foi de R$ 309,89, apresentando  decréscimo de 5,38 % em relação a de outubro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 327,51 (ver Gráfico 1).


Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – junho/2016 - novembro/2016
Fonte: Nupeser (2016).


O gasto do trabalhador na compra da cesta básica representa agora 38,28% do salário mínimo líquido (R$ 809,60). Portanto, o restante da renda do trabalhador, 61,72%, pode ser destinado a outros gastos. (ver Gráfico 2). 

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2016).

O Quadro 1 apresenta todos os produtos constituintes da cesta básica, o preço dos produtos multiplicados pela quantidade mensal utilizada no cálculo global da cesta, bem como a variação percentual com relação ao mês anterior.


Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – outubro /2016 novembro /2016
Fonte: Nupeser (2016).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2016).

Em síntese, no mês de novembro de 2016, ocorreu, em média, um decréscimo de 5,38%, nos preços dos produtos da Cesta Básica Alimentar em Taió. Com relação aos produtos que compõem a cesta básica, cabe destacar alguns dos produtos que sofreram variações relativas superiores aos demais:

Redução – batata, tomate, farinha de trigo e leite com variações de 35,35%, 24,19%, 11,40%  e 7,14%  respectivamente.

Aumento banana e café em pó com variações de 5,37% e  2,06%, respectivamente.

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 6ª e 8ª fases do curso de Ciências Econômicas


RELATÓRIO MACROECONÔMICO NOVEMBRO 2016

Apenas para mencionar alguns dos tópicos mais relevantes que afetam decisões de investimento, temos, no mundo, os Estados Unidos sob nova direção e a Europa em transição política em meio a decisões favoráveis e contrárias a um bloco econômico mais unido. Dentro do Brasil, instabilidade político-institucional e uma recessão que permanece por um período mais prolongado do que o originalmente projetado.
O desafio é separar o episódio político da semana, a última publicação nas redes sociais de um político importante, do sinal de que o governo ou a orientação política mudaram em definitivo. Obviamente, não é uma tarefa fácil, mas alguns dos recursos que usamos para tomar decisões é comparar o momento atual com experiências passadas e usar preços de mercado como expressão do risco e retorno avaliados pelos agentes econômicos.
As condições de liquidez no mundo pioraram marginalmente no último ano, a política monetária no Brasil está mais apertada, a percepção do problema fiscal corrente piorou, mas a projeção futura melhorou com o encaminhamento das reformas.




Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas 
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Pesquisa realizada por: Riocor Invest - Agente de Investimento