terça-feira, 14 de março de 2017

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL FEVEREIRO - 2017

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em fevereiro de 2017, o valor da cesta foi de R$ 317,63, apresentando decréscimo de 2,52% em relação a janeiro de 2017, cujo custo apurado foi de R$ 325,84 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – setembro/2016-fevereiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2017).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – janeiro/2017 fevereiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2017).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br 
Pesquisa de preços realizada por discentes da 7ª  fase do curso de Ciências Econômicas

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ FEVEREIRO - 2017

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em fevereiro de 2017, o valor da cesta foi de R$ 300,92, apresentando decréscimo de 0,11% em relação a de janeiro de 2017, cujo custo apurado foi de R$ 301,26 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – janeiro/2017 - fevereiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2017).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – janeiro/2017 - fevereiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2017).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 7ª fase do curso de Ciências Econômicas

RELATÓRIO MACROECONÔMICO FEVEREIRO 2017

O cenário prevalente hoje é de uma melhora gradual na economia brasileira em um contexto de crescimento econômico consistente para Estados Unidos e China, e sem nenhum rompimento da ordem institucional com algum grave incidente geopolítico. Supomos que essa leitura benigna se deva, entre outras razões, a um contexto de alta liquidez e boas perspectivas de crescimento econômico no mundo, que diminuirão o nível de alerta dos investidores.
Do mês passado para cá, realmente novas notícias confirmaram esse contexto favorável, novo corte de juros de 0,75% no Brasil e a indicação, no comunicado pós-reunião do Banco Central, de que o ritmo de melhora nas condições financeiras pode ser ainda mais rápido. No exterior, Indicadores de crescimento na China consistentes e, nos EUA, confirmação de melhora de crescimento econômico e poucas surpresas com a perspectiva de altas de juros.


Centro Universitário Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
 Profº. M.e. Luiz Alberto Neves – E-mail: seven@unidavi.edu.br
Pesquisa realizada por:  RIOCOR Invest Agente de Investimento

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL JANEIRO - 2017

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.

Em janeiro de 2017, o valor da cesta foi de R$ 325,84, apresentando acréscimo de 1,50% em relação a dezembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 321,01 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – agosto/2016-janeiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2017).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – novembro /2016 dezembro/2016
Fonte: Nupeser (2017).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2017).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
Nupeser - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br 
Pesquisa de preços realizada por discentes da 7ª e 8ª fases do curso de Ciências Econômicas

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ JANEIRO - 2017

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.
Em janeiro de 2017, o valor da cesta foi de R$ 301,26, apresentando acréscimo de 1,88% em relação a de dezembro de 2016, cujo custo apurado foi de R$ 195,59 (ver Gráfico 1).

Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – agosto/2016 - janeiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).


Gráfico 2 Custo da cesta básica alimentar em relação ao salário mínimo líquido.
Fonte: Nupeser (2017).

Quadro 1 Produtos da Cesta Básica Alimentar – dezembro/2016/janeiro/2017
Fonte: Nupeser (2017).

A participação de cada produto no custo da cesta básica alimentar do mês pesquisado é apresentada no Gráfico 3, em porcentagem.

Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar.
Fonte: Nupeser (2017).

Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI)
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
Coordenação: Prof. M.e Luiz Alberto Neves – seven@unidavi.edu.br
Pesquisa de preços realizada por discentes da 4ª e 6ª fases do curso de Ciências Econômicas

RELATÓRIO MACROECONÔMICO JANEIRO 2017

 A depressão que atingiu o Brasil nos últimos três anos ainda não deu nenhum sinal de recuperação nos dados econômicos, muito menos nos de emprego que, em geral, são os últimos a melhorar. Se a recuperação ainda não veio, o que a taxa de juros em queda fez até agora foi manter a esperança viva. A própria confiança já começava a cair em função da falta de resultados econômicos. Estamos ainda no estágio inicial da melhora.
Os ciclos econômicos no Brasil seguem uma trajetória muito peculiar. O nível de juros de equilíbrio alto e o fato da maior parte da divida publica ser pós fixada, fazem com que juros em queda tenham impacto não somente sobre a expectativa de crescimento como também sobre a projeção de solvência da divida publica.
Assim, como a expectativa piora rápido quando a roda gira na direção errada: inflação alta, juros altos, crescimento baixo, arrecadação de impostos em baixa, dúvidas quanto a sustentabilidade da dívida pública, etc. Ela também pode melhorar rapidamente na direção virtuosa porque está tudo indexado.
Nesse momento, o mercado de juros considera como certo um novo corte da taxa Selic de 0.75% na próxima reunião do comitê de política monetária e não projeta certeza para um outro corte adicional, que levaria a taxa para 11.50% ao ano em apenas mais duas reuniões. Ou seja, se simplesmente a inércia indicada pelo BC em seu último comunicado prevalecer, um ritmo de corte de juros de 0.75% a cada reunião, ainda há prêmio para ser ganho em prefixados.




Centro Universitário Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí
Curso de Ciências Econômicas
NUPESER - Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional
 Profº. M.e. Luiz Alberto Neves – E-mail: seven@unidavi.edu.br

Pesquisa realizada por:  RIOCOR Invest Agente de Investimento

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

RELATÓRIO MACROECONÔMICO DEZEMBRO 2016

 Pois bem, ao final de 2016, o mercado consolidou a visão de que a atividade econômica e a inflação estavam fracas e que esse contexto, permitiria ou obrigaria o Comitê de Política Monetária do Banco Central a reduzir mais rapidamente os juros. Os agentes econômicos então projetaram nos preços de mercado cortes muito significativos de taxa de juros. 
Em decorrência desse cenário, os ganhos das carteiras têm sido expressivos tanto com títulos ligados à inflação quanto títulos prefixados.  Assim, se o cenário de mercado se confirmar e os cortes de juros no Brasil forem mais profundos, esperamos que teremos uma melhora do desempenho das empresas, inclusive das listadas em bolsa.
Curiosamente, o ganho aconteceria muito mais pelo alívio do custo da dívida do que pelo crescimento de vendas. Em outras palavras, ainda estamos em modo de correção de rumo na recessão e não no de crescimento robusto. Mas seria uma importante evolução em direção à normalidade de mercado.